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Bases de dados com Claude Code: esquema, queries e migrações

Conetores MCP, agentes e skills para esquema, queries SQL, migrações e desempenho.

Quase todos os projetos acabam com uma base de dados no centro. O problema raramente aparece no primeiro dia: aparece quando a tabela de encomendas chega aos milhões de linhas, quando uma query que corria em 20 ms passa a segurar a página inteira, ou quando é preciso alterar uma coluna numa base de dados que está em produção e não pode parar. Nessa altura o trabalho deixa de ser escrever SQL e passa a ser perceber o que a base de dados está mesmo a fazer.

Os componentes desta página tratam de três coisas distintas. Os conetores (MCP) dão ao Claude Code uma ligação real à sua base de dados, para que possa listar tabelas, ler o esquema e correr queries em vez de adivinhar a partir do código da aplicação. Os agentes e as skills trazem o método: como normalizar um modelo, que índice criar a partir de um plano de execução, como partir uma migração em passos reversíveis.

Comece pelo conetor do motor que utiliza, porque quase tudo o resto melhora quando o Claude Code consegue ver o esquema verdadeiro. Depois escolha por problema concreto: desenho de raiz, query lenta, ou alteração de esquema em produção. Evite instalar tudo. Dois ou três componentes bem escolhidos rendem mais do que uma lista longa que ninguém revê, e a maioria pede apenas uma variável de ambiente com a string de ligação.

20 componentes escolhidos à mão, de 4 ângulos diferentes.

Conetores (MCP) para ligar à base de dados 6

Estes conetores dão ao Claude Code acesso direto ao motor, através de uma string de ligação guardada em variável de ambiente. Sem eles, o Claude Code só conhece o esquema que consegue inferir do código.

  • postgresql-integration

    Assenta no servidor @modelcontextprotocol/server-postgres e liga-se por POSTGRES_CONNECTION_STRING, o caminho mais direto para explorar tabelas e correr queries num Postgres já existente.

    Ligue-se a bases de dados PostgreSQL para operações de dados avançadas, consultas complexas e gestão de bases de dados empresariais.

    Conetores2360
  • mysql-integration

    Para quem tem o projeto assente em MySQL: arranca com uvx e pede apenas MYSQL_CONNECTION_STRING, dando acesso aos dados e à gestão da base de dados dentro da sessão de trabalho.

    Ligue-se a bases de dados MySQL para acesso direto aos dados, consultas e gestão de bases de dados nos fluxos de trabalho do Claude Code.

    Conetores737
  • supabase

    Liga ao seu projeto Supabase com os argumentos --read-only e --project-ref, o que mantém a sessão limitada à leitura. Autentica-se com um token de acesso pessoal.

    Ligue o seu Claude Code ao Supabase utilizando MCP

    Conetores2120
  • mongodb

    Vem configurado com --readOnly, por isso serve bem para inspecionar coleções e documentos de um MongoDB local ou de um cluster Atlas sem risco de escrever por engano.

    Um servidor Model Context Protocol para se ligar a bases de dados MongoDB e a MongoDB Atlas Clusters.

    Conetores190
  • redis

    Servidor oficial da Redis para consultar e gerir dados em linguagem natural, útil quando a dúvida é o que está realmente em cache e sob que chaves.

    Servidor MCP oficial do Redis que proporciona uma interface em linguagem natural para bases de dados Redis. Consulte, faça a gestão e interaja com os

    Conetores32
  • dbhub

    Alternativa a considerar quando o projeto toca em vários motores: um único conetor cobre PostgreSQL, MySQL, MariaDB, SQL Server e SQLite a partir de um DSN.

    Servidor MCP de bases de dados sem dependências e eficiente em tokens, com suporte para ligações a PostgreSQL, MySQL, MariaDB, SQL Server e SQLite.

    Conetores12

Desenho de esquema e modelação de dados 5

Para quando o modelo ainda está a ser decidido, ou quando o que existe já não aguenta os acessos que a aplicação faz.

  • database-architect

    Ponto de partida para decisões de arquitetura: escolha de tecnologia, modelação e padrões de dados em microserviços. Planeia e desenha, passando a afinação fina do Postgres a agentes especializados.

    Especialista em arquitetura e desenho de bases de dados. Usa PROATIVAMENTE para decisões de desenho de bases de dados, modelação de dados, planeamento

    Agentes5554
  • database-schema-designer

    Descreva o domínio e receba um esquema com normalização, restrições e índices já pensados, para SQL ou NoSQL. Boa escolha para sair da folha em branco sem perder integridade de dados.

    Desenhe esquemas de bases de dados robustos e escaláveis para bases de dados SQL e NoSQL. Fornece diretrizes de normalização, estratégias de indexação

    Skills202
  • postgresql

    Específica do Postgres: tipos de dados, índices, restrições e funcionalidades avançadas. Utilize depois de o motor estar decidido, para o esquema aproveitar o que o Postgres tem de próprio.

    Desenhar um esquema específico para PostgreSQL. Cobre boas práticas, tipos de dados, indexação, restrições (constraints), padrões de desempenho e func

    Skills86
  • supabase-schema-architect

    Em projetos Supabase o esquema não se separa das políticas RLS. Este agente trata das duas coisas em conjunto, incluindo o planeamento das migrações que daí resultam.

    Especialista em design de esquemas de base de dados do Supabase. Utilize PROATIVAMENTE para design de esquemas de base de dados, planeamento de migraç

    Agentes1842
  • nosql-specialist

    Quando os dados não encaixam bem em tabelas: modelação e decisões de arquitetura para MongoDB, Redis, Cassandra e outros armazenamentos de documentos ou chave-valor.

    Especialista em bases de dados NoSQL para MongoDB, Redis, Cassandra e repositórios de documentos/chave-valor. Use PROATIVAMENTE para design de esquema

    Agentes427

Queries lentas, índices e desempenho 5

O grupo a abrir quando a aplicação já funciona mas há páginas a demorar, ou a carga da base de dados a subir sem explicação clara.

  • sql-pro

    Para SQL complexo que atravessa PostgreSQL, MySQL, SQL Server e Oracle. Trata da reescrita de queries pesadas e das estratégias de índices quando o desempenho já é o problema.

    Utilize este agente quando precisar de otimizar consultas SQL complexas, desenhar esquemas de base de dados eficientes ou resolver problemas de desemp

    Agentes1696
  • database-optimization

    Trabalha a partir de medições em vez de palpites: perfila primeiro, usa EXPLAIN ANALYZE para ler o plano de execução e só depois desenha índices segundo os padrões de acesso reais.

    Especialista em otimização de desempenho de bases de dados e ajuste de consultas (query tuning). Usa PROATIVAMENTE para consultas lentas, estratégias

    Agentes1918
  • supabase-postgres-best-practices

    Reúne práticas de desempenho para Postgres publicadas pela Supabase, aplicáveis ao escrever, rever ou afinar queries, desenhos de esquema e configurações da base de dados.

    Otimização de desempenho e boas práticas do Postgres da Supabase. Use esta skill ao escrever, rever ou otimizar consultas Postgres, designs de esquema

    Skills1017
  • postgresql-optimization

    Fluxo de trabalho fechado para afinação de queries em Postgres, com análise de desempenho, estratégias de indexação e gestão da base de dados em produção.

    Fluxo de trabalho de otimização de base de dados PostgreSQL para ajuste de consultas (query tuning), estratégias de indexação, análise de desempenho e

    Skills76
  • mongodb-performance-advisor

    Do lado do MongoDB, analisa o desempenho da base de dados e devolve recomendações concretas sobre queries e índices, em vez de conselhos genéricos de modelação.

    Analisar o desempenho da base de dados MongoDB, oferecer insights de otimização de consultas e índices e fornecer recomendações práticas para melhorar

    Agentes84

Migrações e alterações de esquema em produção 4

Mudar o esquema de uma base de dados viva é a parte com mais risco. Estes componentes tratam de versionamento, reversão e passos que não param o serviço.

  • database-migration

    Cobre migrações de esquema e de dados em Sequelize, TypeORM e Prisma, com estratégias de reversão e passos que evitam interrupção de serviço. Serve também para mudar de ORM.

    Domine migrações de esquemas de bases de dados e dados entre ORMs (Sequelize, TypeORM, Prisma), incluindo estratégias de rollback e deploys com zero-d

    Skills45
  • create-database-migrations

    Deteta o ORM a partir do package.json ou do requirements.txt, procura as migrações que já existem no repositório e cria a nova com versionamento e reversão desde o início.

    Criar e gerir migrações de base de dados com controlo de versão adequado e suporte para rollback

    Comandos142
  • supabase-migration-assistant

    Gera e gere migrações Supabase com testes e validação automáticos, indicado para quem já tem o projeto e o esquema assentes na Supabase.

    Gerar e gerir migrações da base de dados Supabase com testes e validações automatizados

    Comandos469
  • prisma-expert

    Em projetos com Prisma os problemas concentram-se em quatro sítios: schema, migrações que falham, relações mal modeladas e queries lentas. É exatamente esse o âmbito desta skill.

    Especialista em Prisma ORM para design de esquemas, migrações, otimização de consultas, modelação de relações e operações de base de dados. Usar PROAT

    Skills97

Como instalar cada tipo de componente

Os quatro tipos instalam-se de maneira diferente. Agentes ficam em .claude/agents/, skills em .claude/skills/ e comandos em .claude/commands/, dentro do projeto ou na pasta pessoal, e o Claude Code carrega-os na sessão seguinte. Os conetores (MCP) não são ficheiros markdown: são um bloco JSON com a chave mcpServers, que indica o comando a executar (npx ou uvx) e as variáveis de ambiente necessárias. A string de ligação não deve ficar escrita em texto simples num repositório partilhado. Guarde-a numa variável de ambiente do sistema ou num ficheiro .env fora do controlo de versões, e confirme a ligação com uma consulta de leitura antes de dar qualquer instrução de escrita.

Comece sempre em modo de leitura

Os conetores desta página têm posturas diferentes quanto à escrita. O do MongoDB traz --readOnly e o da Supabase traz --read-only nos argumentos, o que limita a sessão a consultas. Já os de PostgreSQL, MySQL e dbhub dependem inteiramente das permissões do utilizador que colocar na string de ligação. A forma prudente de começar é criar na base de dados um utilizador só com SELECT e apontar o conetor para esse utilizador. Fica com a parte que interessa, que é o Claude Code ver o esquema verdadeiro e os dados verdadeiros, sem que um pedido mal interpretado se transforme num UPDATE sem cláusula WHERE.

Como combinar estes componentes numa tarefa

Estes componentes rendem mais encadeados do que isolados. Um exemplo comum: o conetor de PostgreSQL dá acesso ao esquema e aos planos de execução, o agente de otimização lê esses planos e propõe um índice, e a skill de migrações transforma esse índice num ficheiro versionado com reversão, em vez de um comando escrito à mão na consola. O mesmo encadeamento funciona no desenho de raiz, com o agente de arquitetura a decidir motor e modelo e a skill específica do Postgres a afinar tipos e restrições. Evite carregar dois componentes que fazem o mesmo, porque o Claude Code passa a ter instruções concorrentes para a mesma decisão.

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Perguntas frequentes

São coisas diferentes. Um agente ou uma skill trazem método e conhecimento, mas trabalham apenas com o que conseguem ler no código do projeto. Um conetor (MCP) liga o Claude Code ao motor e permite listar tabelas, consultar o esquema e correr queries. Para desenhar de raiz, o agente chega. Para diagnosticar uma query lenta numa base de dados que já existe, o conetor faz a diferença.

Fontes

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